Surpresas e emoção até ao fim: quem são as últimas seleções que carimbaram o passaporte para o Mundial 2026

“Numa noite de glória e desespero, as últimas vagas para o Mundial 2026 foram preenchidas, confirmando a ausência da Itália e a festa de nações como a RD Congo e o Iraque.”

O suspense terminou e o caminho para o maior espetáculo do mundo está traçado. Ontem, dia 31 de março de 2026, as últimas decisões dos playoffs ditaram o destino das seleções que faltavam para completar o histórico quadro de 48 equipas que estarão nos Estados Unidos, México e Canadá. Foi uma jornada de emoções fortes, marcada pela queda definitiva de gigantes europeus e pela ascensão de novas potências globais.

O choque europeu: Itália volta a falhar o Mundial

​A maior surpresa da noite veio da Europa, com a confirmação de que a Itália estará ausente do Campeonato do Mundo pela terceira vez consecutiva. Numa partida dramática contra a Bósnia e Herzegovina, a “Azzurra” não conseguiu desfazer o empate no tempo regulamentar e acabou por cair na marcação de grandes penalidades (4-1). Para a Bósnia, esta vitória representa um feito histórico, carimbando o passaporte para 2026 sob o comando de uma geração que se recusa a baixar os braços.

Mundial 2026 - Artigo relacionado

África em festa: RD Congo faz história

​Outro dos grandes destaques de ontem foi a qualificação da República Democrática do Congo. Num duelo intenso disputado no Estádio Akron, em Guadalajara, os “Leopardos” bateram a Jamaica por 1-0. O golo solitário foi apontado por Axel Tuanzebe já no período de prolongamento, garantindo o regresso da nação africana ao convívio dos grandes. Com este resultado, a RD Congo junta-se ao Grupo K, onde terá como adversários Portugal, Usbequistão e Colômbia.

Quem é a seleção da República Democrática do Congo?

​A RD Congo garantiu ontem a última vaga intercontinental ao vencer a Jamaica por 1-0, com um golo solitário de Axel Tuanzebe no prolongamento. Esta será a segunda participação da nação africana num Mundial, sendo que a primeira ocorreu em 1974 (ainda como Zaire). Conhecidos como os “Leopardos”, a equipa tem demonstrado uma evolução física e tática assinalável sob a orientação técnica atual, prometendo ser uma das seleções mais imprevisíveis do torneio em solo americano.

​Nota editorial

​O novo formato de 48 seleções, dividido em 12 grupos de quatro equipas, abre portas a uma competitividade nunca antes vista e a uma representatividade global sem precedentes. Para os leitores de Cabo Verde, a presença de nações como a RD Congo reforça o orgulho do continente africano. É também com particular expectativa que acompanhamos o Grupo H, onde a nossa seleção nacional terá pela frente o Uruguai, a Espanha e a Arábia Saudita.

Caboverde24.info

Fonte:  FIFA

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