“O fórum internacional, organizado pelo braço privado do Banco Mundial, reunirá dirigentes, instituições financeiras e grandes empresas para discutir oportunidades de investimento na África lusófona.”
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📍 O encontro realiza-se nos dias 26 e 27 de outubro, na ilha do Sal.
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🇨🇻 O Primeiro-Ministro Francisco Carvalho está entre os participantes anunciados.
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🌍 Banco Mundial, Banco Africano de Desenvolvimento e grandes empresas internacionais estarão representados.
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💰 Infraestruturas, agronegócio e turismo sustentável são as áreas prioritárias.
Quem vem ao Sal?
A ilha do Sal recebe, nos dias 26 e 27 de outubro, a segunda edição do Fórum de Investimento da África Lusófona, promovido pela Corporação Financeira Internacional (IFC), instituição do Grupo Banco Mundial dedicada ao desenvolvimento do setor privado.
O encontro decorrerá no Hilton Cabo Verde Sal Resort, em Santa Maria, com representantes de Angola, Cabo Verde, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
Entre os participantes anunciados estão Francisco Carvalho, Primeiro-Ministro e Ministro das Finanças de Cabo Verde, Janira Hopffer Almada, apresentada no programa como Presidente interina da República, Ethiopis Tafara, vice-presidente regional da IFC para África, e Harold Tavares, diretor executivo do Grupo Banco Mundial.
A lista inclui ainda representantes do Banco Africano de Desenvolvimento, da Cabo Verde TradeInvest e de empresas internacionais como a VINCI Concessions e a RIU Hotels & Resorts.
O que está em jogo?
O principal objetivo é aproximar investidores de projetos com potencial de desenvolvimento nos seis países, sobretudo nas áreas das infraestruturas, agronegócio e turismo sustentável.
As oportunidades em discussão poderão envolver empréstimos, participação de investidores no capital das empresas, concessões e parcerias entre os setores público e privado.
Segundo os organizadores, os seis mercados representam, em conjunto, mais de 350 mil milhões de dólares e aproximadamente 90 milhões de habitantes. Estes valores traduzem a dimensão económica dos países envolvidos, não investimentos já garantidos.
E o que poderá ganhar Cabo Verde?
Para Cabo Verde, o fórum representa uma oportunidade de apresentar projetos nacionais diretamente a instituições financeiras e operadores internacionais, particularmente em setores como turismo, transportes e infraestruturas.
A primeira edição realizou-se igualmente no Sal, em março de 2025, reunindo mais de 300 participantes.
A expectativa é que os contactos desta segunda edição possam abrir caminho a novos negócios e financiamentos. Contudo, para já, não há contratos ou financiamentos anunciados.
O balanço mais importante virá depois: perceber que projetos conseguirão transformar o interesse manifestado em compromissos concretos, com valores e prazos definidos.
Cape Verde 24.info
Fonte: Fórum de Investimento da África Lusófona 2026; Corporação Financeira Internacional; Grupo Banco Mundial; AICEP.

























