“Agricultores de Picos Vermelho e dos Engenhos pedem medidas contra ratos e macacos que estão a danificar as culturas.”
Em breve
- 🌽Agricultores esperavam iniciar a primeira colheita depois das chuvas.
- 🌱Ratos atacam as plantações de dia e de noite; macacos também causam estragos.
- ⚠️A notícia não quantifica as perdas nem apresenta uma resposta oficial.
Agricultores de Santiago Norte alertam que ratos e macacos estão a causar prejuízos nas plantações de milho e feijão, numa altura em que esperavam iniciar a primeira colheita depois das chuvas que favoreceram o desenvolvimento das culturas.
Relatos de Picos Vermelho e dos Engenhos
A Inforpress ouviu Maria da Purificação Vieira, de Picos Vermelho, no município de São Salvador do Mundo, e Irene Monteiro, dos Engenhos, em Santa Catarina. As duas produtoras disseram que os ataques estão a comprometer a produção agrícola em várias localidades de Santiago.
Depois da incerteza em relação às chuvas, os agricultores investiram na preparação dos terrenos, na compra de sementes e na contratação de mão de obra. Agora, segundo os relatos recolhidos, enfrentam dificuldades para proteger as culturas dos animais.
Primeira colheita sob pressão
Em algumas localidades onde a sementeira foi feita mais cedo, os produtores esperavam já colher milho e feijão. As agricultoras afirmam, porém, que as pragas estão a destruir grande parte da produção e a reduzir as expectativas para a campanha agrícola.
Os ratos estão entre as principais preocupações: segundo os testemunhos, atacam as plantações durante o dia e a noite. Os macacos também provocam estragos nas culturas.
Pedido de intervenção
As agricultoras pedem a intervenção das autoridades competentes e medidas eficazes para reduzir os prejuízos. Entre as sugestões atribuídas aos produtores está a autorização do uso responsável de armas contra macacos, desde que existam condições de segurança; a fonte não refere qualquer autorização ou decisão oficial nesse sentido.
As duas produtoras consideram que o problema não se limita a São Salvador do Mundo e Santa Catarina, afetando também agricultores de outras localidades da ilha de Santiago.
O que ainda não foi quantificado
A notícia não apresenta uma estimativa do valor das perdas, da área atingida, do número de explorações afetadas ou da quantidade de milho e feijão em risco. Também não inclui uma resposta das autoridades nem confirma um plano ou calendário de combate às pragas.
Cape Verde 24.info
Fonte: Inforpress.
Foto: Ji-Elle / Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0. Milho a secar no telhado de uma casa em Ribeira Principal, ilha de Santiago, numa fotografia de arquivo. A imagem não mostra as explorações citadas nem os danos relatados em outubro de 2026. Recorte proporcional para a capa e ajuste conservativo de luz e contraste, sem alterar o milho, edifícios, montanhas ou outros detalhes; adaptação CC BY-SA 3.0.































