Baía de Fajã d’Água, na ilha Brava, em fotografia de arquivo; a imagem ilustra a ilha evocada no livro e não regista o lançamento realizado na Praia.

Novo livro revisita memórias de infância e a essência da Brava

“«Epiderme da Memória – Uma ilha em mim», de Jorge Carlos Fonseca, combina textos e fotografias e revisita memórias da infância na ilha.”

Em breve

  • O livro foi lançado na Praia em 20 de outubro.
  • A obra combina textos e fotografias ligados à infância do autor na Brava.
  • A fonte não indica tiragem, preço nem pontos de venda.

Jorge Carlos Fonseca lançou, em 20 de outubro, na cidade da Praia, o livro «Epiderme da Memória – Uma ilha em mim». A obra parte das memórias de infância do escritor para retratar a humanidade e a essência da ilha Brava.

Textos e fotografias da Brava

Diferente de outras publicações do autor, sobretudo ligadas à poesia e ao Direito, o novo livro combina textos e fotografias para recuperar vivências, lugares e recordações associadas à ilha.

A apresentação esteve a cargo de Marco Abbondanza, diretor do Festival Sete Sóis Sete Luas. Segundo o responsável, as histórias estabelecem uma ligação afetiva e identitária com a Brava e resgatam a música e as experiências das suas comunidades.

Um «imperativo de afeto»

Jorge Carlos Fonseca disse que a vontade de escrever a obra nasceu de uma «necessidade profunda e antiga», que descreveu como um «imperativo de afeto». Marco Abbondanza considerou que o livro presta uma homenagem à ilha e à cabo-verdianidade.

Livro editado pelo Festival Sete Sóis Sete Luas

Editada pelo Festival Sete Sóis Sete Luas, a publicação foi apresentada numa iniciativa que incluiu também a exposição de pintura «Sancho el Quijote e Quijote el Sancho».

Segundo Marco Abbondanza, a exposição reuniu simbolicamente artistas de mais de dez países e representa décadas de cooperação e intercâmbio cultural na rede internacional do festival.

A notícia confirma o lançamento e o enquadramento editorial, mas não informa a tiragem, o preço, os pontos de venda nem um calendário de novas apresentações. Esses dados permanecem por esclarecer.

Para Marco Abbondanza, o livro permite recordar e conhecer a Brava de outra forma, através do resgate da música e das vivências das pessoas, contrariando a ideia de que a ilha é apenas distante e marcada por dificuldades.

Caboverde24.info

Fonte: Inforpress.

Foto: TxetxeCV / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0. Baía de Fajã d’Água, na ilha Brava, em fotografia de arquivo; a imagem ilustra a ilha evocada no livro e não regista o lançamento realizado na Praia. Recorte proporcional para a capa e ajuste conservativo de luz e contraste, sem alterar montanhas, casas, mar, estrada, embarcações ou outros detalhes; imagem sob licença CC BY-SA 4.0.

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