“Instituto Marítimo Portuário garante que não emitiu qualquer determinação para remoção de embarcações da Quebra Canela e da Gamboa”
O esclarecimento oficial
O Instituto Marítimo Portuário (IMP), enquanto Autoridade Marítima Nacional, veio a público desmentir categoricamente informações que têm circulado na imprensa e nas redes sociais sobre uma alegada ordem de retirada de botes das praias de Quebra Canela e da Gamboa. Segundo a instituição, não foi emitida, em nenhum momento, qualquer ordem, instrução ou determinação regulamentar nesse sentido.
O IMP afirma ainda desconhecer que qualquer outra entidade do setor marítimo e portuário tenha emitido tal determinação. Até à data do esclarecimento, a instituição garante não ter conhecimento da existência de nenhum documento formal, emitido por entidade pública, que ordene a retirada dos botes das duas praias.
Apelo à confirmação de informações
Perante a confusão gerada nos meandros digitais, o IMP considera importante que qualquer informação sobre esta matéria seja previamente confirmada junto das entidades competentes, de forma a evitar interpretações que possam gerar preocupação desnecessária entre pescadores e população em geral.
Quem é o IMP?
O Instituto Marítimo Portuário é a Autoridade Marítima Nacional de Cabo Verde, inteiramente responsável pela regulação, fiscalização e gestão das atividades marítimas e portuárias no país, incluindo a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana no mar e a organização dos espaços costeiros.
Nota editorial:
Este esclarecimento surge num contexto em que informações não confirmadas sobre medidas administrativas tendem a propagar-se rapidamente nas redes sociais, gerando apreensão entre comunidades piscatórias. O IMP reitera disponibilidade para colaborar na salvaguarda da segurança marítima e da gestão dos espaços costeiros.
Recapitulação final
Recordamos que a origem desta clarificação foi a circulação de notícias e publicações nas redes sociais sobre uma alegada ordem de remoção de botes das praias de Quebra Canela e da Gamboa, entretanto desmentida formalmente pelo IMP por falta de qualquer determinação formal nesse sentido, sendo o ponto de situação fixado em ata jornalística hoje, 13 de julho de 2026.
Caboverde24.info
Fonte: Instituto Marítimo Portuário (IMP)





























