“«Estratégia detalhada pela imprensa turística francesa liga as praias de Sal e Boa Vista a circuitos com Santo Antão, São Vicente, Santiago e Fogo.»”
Em breve
- 🇫🇷🇫🇷 A imprensa turística francesa detalhou hoje a estratégia de Cabo Verde para o mercado francês.
- 🏝️🏝️ O plano aposta em circuitos combinados e experiências para além das praias de Sal e Boa Vista.
- 📊📊 O INE coloca França como quarto mercado emissor em 2025, corrigindo a terceira posição indicada pela publicação.
Cabo Verde está a reforçar em França uma estratégia para vender o arquipélago como um destino de descoberta e não apenas de praia. A orientação foi detalhada nesta segunda-feira, 26 de outubro, pela revista profissional TourMaG, que ouviu na IFTM 2026 a agência que representa o destino em França.
Promoção junto de quem vende viagens
A representante afirma que o mandato privilegia turismo de nicho, imersão e contacto com os cabo-verdianos. A promoção inclui parcerias com operadores e agências de viagens, formação de distribuidores, relações com jornalistas e criadores de conteúdos e presença nas redes sociais.
França é o quarto mercado, não o terceiro
Segundo a publicação francesa, Cabo Verde recebeu 120.808 visitantes de França em 2025, contra 103.021 em 2024. O INE confirma França entre os principais mercados emissores, mas a ordem oficial para 2025 é Reino Unido, Portugal, Alemanha e França.
Segundo a síntese oficial do INE, a França surge em quarto lugar, depois de Reino Unido, Portugal e Alemanha, e não em terceiro, como indica a TourMaG. Os 120.808 visitantes franceses em 2025 e os 103.021 em 2024 são números apresentados pela publicação francesa.
Circuitos para além de Sal e Boa Vista
Na estratégia descrita, Sal e Boa Vista continuam como portas de entrada para quem procura sol e praia. A diferença está na tentativa de ligar essa procura a Santo Antão para caminhadas, São Vicente e Mindelo para cultura, Santiago para história e vida quotidiana e Fogo para paisagem vulcânica e produção de vinho.
Os itinerários combinados são apontados como um eixo a desenvolver com operadores turísticos. Se forem efetivamente transformados em pacotes e ligações acessíveis, poderão distribuir mais procura por outras ilhas; nesta fase, porém, trata-se de uma estratégia de promoção e não de prova de que as receitas já estão a chegar a mais territórios.
O que falta medir
Os próximos sinais verificáveis serão o lançamento de novos circuitos, a capacidade das ligações aéreas e marítimas e a evolução do número de hóspedes e dormidas por ilha. Esses dados permitirão medir se a imagem de um Cabo Verde para além da praia se traduz em viagens reais.
Cape Verde 24.info
Fonte: TourMaG; Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde.





























