“Imprensa brasileira realça que voar via Praia permite uma poupança superior a 50% em comparação com os voos diretos para Lisboa”
A retoma das operações da Cabo Verde Airlines (TACV) no mercado brasileiro está a gerar uma forte repercussão na imprensa internacional, especialmente no Nordeste do Brasil. O motivo principal deste destaque não é apenas o regresso da conectividade, mas a competitividade agressiva de preços que a companhia de bandeira cabo-verdiana está a oferecer para quem tem como destino final a cidade de Lisboa, em Portugal.
A preferência pela escala na Cidade da Praia
Segundo informações recentemente divulgadas pela coluna de João Alberto, do portal JC/UOL, a TACV está a posicionar-se como a principal alternativa aos elevados preços praticados pelas companhias que operam voos diretos a partir do Recife. Para os viajantes brasileiros, a escala estratégica no Aeroporto Internacional Nelson Mandela, na Praia, deixou de ser apenas uma paragem técnica para se tornar uma escolha económica inteligente.
Agentes de viagens brasileiros confirmam que a procura por voos da TACV tem aumentado, uma vez que a diferença tarifária permite ao passageiro poupar milhares de reais, tornando a viagem para a Europa muito mais acessível e viável em comparação com as operadoras tradicionais.
Tabela Comparativa de Preços (Simulação para maio de 2026)
De acordo com os dados apurados junto da imprensa brasileira e consultas aos sistemas de reserva, os valores para viagens de ida e volta apresentam uma discrepância significativa que favorece a nossa companhia nacional:
*Conversão aproximada baseada na taxa de câmbio de 1 EUR ≈ 6,00 BRL
Impacto para os passageiros e economia local
Para os leitores em Cabo Verde, o destaque positivo na imprensa brasileira reforça a importância da TACV na captação de tráfego internacional. O facto de ser “mais barato” voar via Praia do que em voos diretos da concorrência atrai um novo perfil de viajante que pode, inclusive, optar por usufruir de alguns dias no nosso arquipélago através do sistema de stopover antes de seguir para a Europa.
Enquanto a concorrência cobra valores que ultrapassam os 1.300 euros por um bilhete de classe económica, a TACV demonstra que é possível cruzar o Atlântico com custos significativamente inferiores. Esta estratégia não só consolida o “Hub da Praia” no mapa da aviação internacional, como também fortalece a economia local através do aumento do fluxo de passageiros em trânsito.
Caboverde24.info
Fonte: Coluna João Alberto (JC/UOL)







































