“Robótica submarina, biotecnologia marinha e sistemas de observação permanente estão entre as áreas que Cabo Verde pretende desenvolver para conhecer e acompanhar melhor o seu espaço marítimo.”
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🌊 Cabo Verde quer reforçar a investigação e a monitorização contínua do oceano.
🤖 Robótica submarina, biotecnologia marinha e carbono azul estão entre as áreas identificadas para aprofundar a cooperação.
📡 O país pretende ampliar estruturas de observação oceânica existentes nas águas próximas de São Vicente.
🇨🇳 As prioridades foram apresentadas num fórum internacional realizado na China.
Tecnologia para conhecer melhor o oceano
Cabo Verde quer reforçar o uso da ciência e da tecnologia para conhecer e acompanhar o seu espaço marítimo.
Robótica submarina, biotecnologia marinha, carbono azul e sistemas de monitorização contínua do oceano estão entre as áreas identificadas pelo país para aprofundar a investigação e a cooperação internacional.
As prioridades foram apresentadas pelo ministro dos Transportes e Mar, João do Carmo Brito Soares, durante o Fórum de Cooperação e Desenvolvimento Marinho 2026, realizado entre 16 e 18 de setembro, em Qingdao, na China.
O encontro reuniu cerca de 680 participantes de 60 países e regiões.
São Vicente no centro da observação
Um dos elementos mais concretos é a intenção de ampliar as estruturas de observação oceânica já existentes nas águas próximas de São Vicente.
O objetivo passa por reforçar a recolha contínua de dados e acompanhar a produtividade marinha e os serviços dos ecossistemas.
Cabo Verde pretende também desenvolver plataformas digitais para facilitar a partilha de dados científicos sobre o oceano.
Robótica submarina entre as prioridades
A robótica submarina surge como outra das áreas de interesse. Esta tecnologia pode apoiar a investigação e a recolha de informação em zonas do oceano de difícil acesso.
A biotecnologia marinha e o carbono azul completam algumas das áreas apontadas para futura cooperação.
As prioridades surgem num momento de reforço das relações entre Cabo Verde e a China, que incluem também a economia azul.
Por enquanto, não foram anunciados investimentos, equipamentos ou um calendário específico para concretizar estas iniciativas. A novidade está na identificação das tecnologias e áreas científicas que Cabo Verde pretende desenvolver e na intenção de ampliar a observação oceânica em torno de São Vicente.
Caboverde24.info
Fonte: Xinhua



















